“O Crescer e Viver é sem dúvida nenhuma o projeto social que mais efetivamente realiza o sonho de cidadania para nossas crianças e adolescentes. Levou o Estatuto da Criança e do Adolescentes para o Sambódromo, divulgando e cantando com o alegria e entusiasmo os direitos da criança. Realizou o sonho de toda criança de encontrar através da alegria de um Circo o encontro com a cidadania que a Constituição do Brasil lhes garante. Brincando se divertindo as crianças e adolescentes caminham a passos largos na direção da realização desse sonho que é ver todas as crianças e adolescentes com os seus direitos respeitados. Nós brasileiros somos alegres e felizes por natureza, por termos o orgulho de nascer numa Pátria tão acolhedora, mas tão desigual no tratamento dos seu filhos. O Crescer e Viver quer mudar esse quadro e por isso através de seus educadores sociais, ensina a lição do respeito e da dignidade que toda pessoa humana, sobretudo os que estão em processo de desenvolvimento, merecem por sua própria condição de humanos. Finalmente, a lona do Circo representa muito bem a doutrina da proteção integral que é a marca que deve ter todas as ações administrativas, executivas e judiciais para garantir que nossas crianças sejam felizes e tenham seus direitos respeitados.”
SIRO DARLAN, Desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro
“O Crescer e Viver reúne muitas das qualidades que precisamos para gerar um nova cultura dos direitos em nosso país. Combinando uma ação político-educativa com base nos territórios periféricos de São Gonçalo e Rio de Janeiro, o Crescer e Viver desenvolve uma metodologia de trabalho em arte e educação através de uma concepção de cidadania, envolvendo jovens, crianças e famílias num processo que mobiliza e organiza consciências.”
CUNCA BOCAYUVA, Diretor da Fase
“Soube de existência do Crescer e Viver pela Cléia Silveira e pelo Lorenzo Zanetti. O mesmo carinho e aposta que tiveram conosco em 1994 eu percebi que eles também estavam investindo naquele trabalho que ainda era embrionário que surgia em São Gonçalo. Os seus coordenadores: Junior Perim e Vinicius Daumas conseguem articular diversos “mundos e horizontes” desde o samba, escolas publicas, ongs, parlamentares, artistas, empresas e poder publico. Não tem “papo ruim” com esses caras. Olha que as perdas muitas vezes acabam desestimulando qualquer organização mais essa trupe de ativistas e artistas está sempre partindo pra dentro. Pra eles não tem aquele termo de “jogo é jogo e treino é treino”. Eles vivem numa eterna final de campeonato. E o mais importante: eles estão levantando a taça de campeão.”
JOSÉ JUNIOR, Coordenador Executivo do Grupo Cultural Afro Reggae
“Tenho acompanhado o Crescer e Viver desde 2004, quando se iniciou a parceria com o Instituto Desiderata, no âmbito do Programa Ser Capaz. E vários aspectos me chamam atenção no trabalho que vem sendo desenvolvido. O primeiro deles é o enorme dinamismo e capacidade de articulação de seus dirigentes, que nos fazem, muitas vezes, esquecer que se trata de uma organização ainda muito nova. Alem disso, a disponibilidade da equipe em aprender, indicando um compromisso efetivo com a construção de resultados duradouros. E, finalmente, a disposição para trabalhar junto à escola e também próximo a outros atores, como os conselhos, indicando um caminho que, sendo bem trabalhado, pode resultar em uma experiência inovadora de aperfeiçoamento das políticas publicas.”
BEATRIZ AZEREDO, Secretária Executiva do Instituto Desiderata
“Não se faz um bom projeto social sem que haja qualidade no seu desenho na sua gestão e nos seus recursos humanos. O Programa Social Crescer e Viver, mas do que uma ação, busca consolidar uma tecnologia social eficaz, construída na experiência pratica, na reflexão e no aprimoramento técnico. Destaca-se aí a qualidade, o empenho e o comprometimento de seus idealizadores e de toda as pessoas envolvidas que têm, não a expectativa de um resultado, mas o compromisso com a transformação.”
MARIA CECILIA OSWALDO CRUZ, Assessora da Unesco no Rio de Janeiro
“O Crescer e Viver é daqueles programas que a gente conhece e não esquece mais. As atividades misturam a arte e educação, o social e a cultura, o samba e o circo, resultando em processo de apredizagens de crianças e adolescentes na perspectiva da emancipação, da liberdade, da formação de pessoas que exercem suas direitos de cidadania. Além disso, o programa está comprometido com a construção de uma cidade mais justa e democrática. E por isso que a gente diz que é preciso Crescer e Viver a cidadania.”
ORLANDO ALVES DOS SANTOS JUNIOR, Diretor da Fase
“Trabalhos como os projetos desenvolvido pelo Programa Social Crescer e Viver nos renovam a esperança de que podemos oferecer um futuro longe das ruas e ao lado da família para crianças e adolescentes.. Sou testemunha da dedicação, seriedade e esforço empenhados nas atividades lúdicas, artísticas e culturais com as crianças.”
CLAUDIA CABRAL, Diretora Executiva da Associação Brasileira Terra dos Homens
“Lendo o pensamento de Jean Piaget, só lembrei de você e de seu trabalho. ‘O principal objetivo da educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações fizeram – pessoas criativas, inventivas e descobridoras’ e eu acrescentaria mais um adjetivo generosas.
“Estamos sempre intercambiando idéias e nessas trocas você tem demonstrado ser essa pessoa inovadora e socialmente uma das mais generosas que tive oportunidade de conhecer. Você esta sempre tendo o cuidado de dividir conosco as informações importantes sobre projetos, oportunidades, boas praticas e outros temas.
“Para completar, no Festival Juventude Transformando com Arte, no Rio de Janeiro, tive a oportunidade de assistir uma apresentação de um palhaço cidadão do Crescer e Viver que dizia brincando grandes verdades para um publico que, como eu, ao assistir sorrindo acreditando na seriedade do seu trabalho expresso na leveza e beleza das mensagens que em cada palavra, em cada gesto ou olhar o artista conseguiu expressar. Parabéns todos vocês que fazem Crescer e Viver!”
LEINAD CARBOGIM, Diretora Executiva da Fundação Brasil Cidadão
“Disse-me um amigo que lavar o olhar, muitas vezes não chega, temo-lo formatado por preconceitos e por muita poeira acumulada. Vemos cada vez menos e sem variações de cores, de formas e de sentidos. E por justo mesmo é bom pedirmos emprestado os olhares dos outros, para nos ajudar a ver de outro modo e a ver outras coisas. Ganhei coragem e pedi emprestado os olhares de quem se dedica ao Crescer e Viver. Ao longo de meses a partilha de experiências, de vivências, de receios, de sonhos fizeram com que hoje vos possa devolver o meu olhar, mais colorido, com gratidão e admiração.
TATIANA MOURA, Pesquisadora do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Portugal
“A minha experiência com o circo e artes circenses era mínima quando comecei como voluntária no Programa Social Crescer e Viver, atuando no projeto Escola de Circo Pequeno Tigre. Imaginei o assombro das pessoas que têm experiência quando vêem, pela primeira vez, uma lona como aquela ao lado do Sambódromo e descobrem que o local é um projeto o social que oferece um lugar seguro para crianças carentes aprenderem a exercitar o corpo, a mente e o coração. A lona, que eu podia ver da minha janela em Santa Tereza, com as cores azul e branca, vivas em meio o cinza geral da cidade, foi um símbolo marcante durante a minha estada no Rio de Janeiro. Mas o CRESCER E VIVER não consiste só no que acontece na lona. Durante os mês três meses de trabalho voluntário nessa organização aprendi muito sobre a idéias e a função do Circo Social. É algo que não existe nos Estados Unidos. As crianças que participam aprendem muito sobre a arte do circo, mas além disso, aprendem lições importantes de cidadania, coletividade, respeito e muito mais coisas que levam com elas quando saem da lona. Nuca vou esquecer de uma reunião que aconteceu em um dos meus primeiros dias com o grupo de educadores e coordenadores. Tinha um problema com o portão por causa da entrada desordenada de crianças não inscritas. A solução mais fácil seria fechar o portão, mas um dos coordenadores foi bem claro em explicar que qualquer porta fechada contrariava as metas e objetivos do projeto. Para finalizar eu acho que quando uma organização tem definições tão claras como estas, de que pelo menos, algumas idéias precisam estar presentes de todos, é difícil da organização falhar em sua missão. Vi que frente à problemas cotidianos idéias importantes raras vezes se perderam. Fico muito feliz de ter dedicado tempo e energia à esta jovem organização, certo de que ela vai crescer.”
NICOLE MAURIELLO, Voluntária dos E.U.A
“O Programa Social Crescer e Viver é um grande parceiro e fortalece muito a nossa organização através de indicações para outros parceiros em potencial e mostrando novas oportunidades para o nosso desenvolvimento. Também são sempre muito carinhosos com os nossos voluntários internacionais e sabem utilizar suas potencialidades para fortalecer suas próprias atividades. Ou seja, é um parceiro que sabe criar, e manter, uma troca de valores de mão dupla.”
LUIS FELIPE MURRAY, Coordenador Geral da Iko Poran
"O Crescer e Viver, um dos parceiros mais importantes do Jongo da Serrinha, além de promover o desenvolvimento e criar oportunidades para tantas crianças e jovens, exerce um papel essencial no fortalecimento da conectividade social brasileira. Com todas suas forças, promove e fortalece redes mostrando que o espírito do companheirismo, típico do circo, é a essência de todas suas ações. Este tão bem-sucedido projeto poderia ter também um sobrenome: Crescer, viver e compartilhar! Saudações jongueiras!"
DYONNE BOY, Coordenadora do Grupo Cultural Jongo da Serrinha
“Fazer parte do Crescer e Viver atuando como instrutora voluntária do projeto Escola de Circo Pequeno Tigre foi um prazer muito grande. Em pouco tempo eu aprendi muito sobre as dificuldades que existem nas comunidades e como o processo de superação desta é complexo. Também aprendi muito sobre quem sou eu, mesmo sendo alguém de outro país, consegui dar uma contribuição para este processo. Pude ver que o Crescer e Viver é capaz de criar oportunidades de vida e reforçar a democracia e a solidariedade, e que por isso mereceu tanto o meu apoio, quanto merece outras contribuições de pessoas e organizações que acreditam no sorriso de crianças e jovens como a maneira de expressar e construir amizades.”
SARAH CROSS, Voluntária da Inglaterra.
"Quando decidimos trabalhar como voluntários no Crescer e Viver,
queríamos ajudar crianças e jovens passando tempo com eles e fazendo
amizade. Pudemos notar, que muitas vezes as próprias pessoas das comunidades
organizam os projetos sociais e eles nos ensinaram valores essenciais para
que pudéssemos nos integrar à comunidade de uma forma muito natural. Eles
mostraram pra gente a cada dia, o segredo da felicidade em suas vidas. Este
trabalho foi uma troca maravilhosa. Ficamos muito satisfeitos de ter
escolhido essa instituição. Fomos acolhidos de um jeito muito legal tanto
pelas profissionais da instituição como pelas crianças e jovens."
CRHIS e OFÉLIA, Voluntários Franceses.
“Eu pude conversar e ver as pessoas no seu próprio habitat, também pude ganhar uma visão rápida da vida diária. Minhas idéias de como o mundo é e como deveria ser não são necessariamente corretas em outros lugares e situações.”
CAMILLA JOHANSEN, Voluntária da Noruega.
“Eu quero agradecer muito por ter participado do Programa na Escola de Circo Pequeno Tigre. Eu realmente me diverti muito e já sinto saudade de todos. As crianças e os coordenadores são simplesmente maravilhosos. Eu fiz muitos amigos quando estava no Brasil e muitos deles através de meu programa de voluntariado. Eu via que a melhor coisa que você pode fazer para as crianças é estar lá, conversar com elas e encorajá-las. As crianças aprendem disciplina com o Programa, mas, sobretudo, elas aprendem a interagir e conversar com você e com elas mesmas.”
ANOUCK GEVAERT, Voluntária da Holanda.
“Eu tive uma grande experiência humana, convivendo e trabalhando com ambos os monitores e as crianças. É normal que estas pessoas lhe ensinem muito mais do que você pode dar à elas. Eu também aprendi que para fazer alguma coisa por alguém, ou para fazer uma diferença, não é necessário ter muito dinheiro a disposição, mas estar presente no local com um espírito positivo é o que faz as coisas acontecerem. Eu vi muita motivação em meus colegas de trabalho e isto é o que importa.”
DAVIDE TASSI, Voluntário da Itália.
“A minha presença e interesse nas crianças demonstraram a eles que mesmo sendo alguém de um país diferente eu estava disposto a crescer com elas. Elas tiveram a chance de ser meus professores algumas vezes me ensinando Português ou me explicando coisas sobre sua vida e cultura. No começo eu estava um pouco insegura mas depois de algum tempo, quando eu me senti mais confortável com a língua, eu pude conhecer muito melhor as crianças e entender como as coisas funcionam tanto em sua cultura quanto no circo.”
BILLIE SOO, Voluntária dos E.U.A.